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sábado, 31 de outubro de 2009

Estratégia contra sedentarismo....hehehe!!!

Vale a pena conferir essas imagens... uma bela provocação não entendida de verdade pela população...


http://www.youtube.com/watch?v=ivg56TX9kWI

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Campanha: Dia do Bem - Portanto, quando o bem bater a sua porta, abra.

Solidariedade, diversão e união. Essas são palavras que caracterizam as ações realização no domingo passado (25) na comunidade do Cucurunã e que deram início a Campanha do Dia do Bem 2009. Esse é o terceiro ano que a comunidade é atendida pela campanha realizada através da parceria das associações Beneficente Água Vida e Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico e que esse ano conta também com o apoio da Associação de Moradores do Aeroporto Velho, além do apoio da própria comunidade do Cucurunã.  














quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Para quem gosta de música...

Os Jornais e os Operários

Os Jornais e os Operários

Antonio Gramsci - 1916


Primeira Edição:
Origem da presente Transcrição:
Tradução:
Transcrição de: Alexandre Linares para o Marxists Internet Archive.
HTML de: Fernando A. S. Araújo para o Marxists Internet Archive, Junho 2005.
Direitos de Reprodução: Marxists Internet Archive (marxists.org), 2005.
A cópia ou distribuição deste documento é livre e indefinidamente garantida nos termos da GNU Free Documentation License


É a época da publicidade para as assinaturas. Os diretores e os administradores dos jornais burgueses arrumam as suas vitrines, passam uma mão de tinta pela tabuleta e chamam a atenção do passante (isto é, do leitor) para a sua mercadoria. A mercadoria é aquela folha de quatro ou seis páginas que todas as manhãs ou todas as tardes vai injetar no espírito do leitor os modos de sentir e de julgar os fatos da atualidade política que mais convém aos produtores e vendedores de papel impresso. Estamos dispostos a discorrer, com os operários especialmente, sobre a importância e a gravidade daquele ato aparentemente tão inocente que consiste em escolher o jornal que se pretende assinar?

É uma escolha cheia de insídias e de perigos que deveria ser feita com consciência, com critério e depois de amadurecida reflexão. Antes de mais, o operário deve negar decididamente qualquer solidariedade com o jornal burguês. Deveria recorda-se sempre, sempre, sempre, que o jornal burguês (qualquer que seja sua cor) é um instrumento de luta movido por idéias e interesses que estão em contraste com os seus. Tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma idéia: servir a classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora. E, de fato, da primeira à última linha, o jornal burguês sente e revela esta preocupação. Mas o pior reside nisto: em vez de pedir dinheiro à classe burguesa para o subvencionar a obra de defesa exposta em seu favor, o jornal burguês consegue fazer-se pagar pela própria classe trabalhadora que ele combate sempre. E a classe trabalhadora paga, pontualmente, generosamente. Centenas de milhares de operários contribuem regularmente todos os dias com seu dinheiro para o jornal burguês, aumentando a sua potência. Porquê? Se perguntarem ao primeiro operário que encontrarem no elétrico ou na rua, com a folha burguesa desdobrada à sua frente, ouvirão esta resposta: É porque tenho necessidade de saber o que há de novo. E não lhe passa sequer pela cabeça que as notícias e os ingredientes com as quais são cozinhadas podem ser expostos com uma arte que dirija o seu pensamento e influa no seu espírito em determinado sentido. E, no entanto, ele sabe que tal jornal é conservador, que outro é interesseiro, que o terceiro, o quarto e quinto estão ligados a grupos políticos que têm interesses diametralmente opostos aos seus. Todos os dias, pois, sucede a este mesmo operário a possibilidade de poder constatar pessoalmente que os jornais burgueses apresentam os fatos, mesmo os mais simples, de modo a favorecer a classe burguesa e a política burguesa com prejuízo da política e da classe operária. Rebenta uma greve? Para o jornal burguês os operários nunca têm razão. Há manifestação? Os manifestantes, apenas porque são operários, são sempre tumultuosos, facciosos, malfeitores.

O governo aprova uma lei? É sempre boa, útil e justa, mesmo se não é verdade. Desenvolve-se uma campanha eleitoral, política ou administrativa? Os candidatos e os programas melhores são sempre os dos partidos burgueses. E não falemos daqueles casos em que o jornal burguês ou cala, ou deturpa, ou falsifica para enganar, iludir e manter na ignorância o público trabalhador. Apesar disto, a aquiescência culposa do operário em relação ao jornal burguês é sem limites. É preciso reagir contra ela e despertar o operário para a exata avaliação da realidade. É preciso dizer e repetir que a moeda atirada distraidamente para a mão do ardina é um projétil oferecido ao jornal burguês que o lançará depois, no momento oportuno, contra a massa operária.

Se os operários se persuadirem desta elementaríssima verdade, aprenderiam a boicotar a imprensa burguesa, em bloco e com a mesma disciplina com que a burguesia boicota os jornais dos operários, isto é, a imprensa socialista.

Não contribuam com o dinheiro para a imprensa burguesa que vos é adversária: eis qual deve ser o nosso grito de guerra neste momento, caracterizado pela campanha de assinaturas, feitas por todos os jornais burgueses. Boicotem, boicotem, boicotem!

GRAMSCI E os trabalhadores da grande mídia comercial?






GRAMSCI
E os trabalhadores da grande mídia comercial?

Heitor Reis (*)


"É uma escolha cheia de insídias e de perigos que deveria ser feita com consciência, com critério e depois de amadurecida reflexão. Antes de mais, o operário deve negar decididamente qualquer solidariedade com o jornal burguês. Deveria recorda-se sempre, sempre, sempre, que o jornal burguês (qualquer que seja sua cor) é um instrumento de luta movido por idéias e interesses que estão em contraste com os seus. Tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma idéia: servir à classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora." (Gramsci, na íntegra, ao final)


Por que não devemos nos perguntar sobre os operários da grande mídia comercial?

Por que não avançar além de Antonio Gramsci?

Não são os jornalistas (diplomados ou não) soldados mercenários de nossos inimigos de classe?

Então, onde se encontra a ética e a qualidade da informação oriunda do diploma universitário, defendida ardentemente pela Fenaj - Federação Nacional de Jornalistas como a panacéia para este problema, que sempre existiu, mesmo na vigência ditatorial, por décadas, de sua obrigatoriedade?

Não têm eles suas mentes, sangue, suor e lágrimas vendidas para o Grande Satã que oprime a classe trabalhadora em geral? Quando não seu espírito, para quem é de espírito...

Ou eles seriam apenas pobres e infelizes trabalhadores, que, como todos os demais, estão escravizados nas mãos do grande capital, sendo lhes perdoado o fato de faturar em cima da manipulação da informação para enganar os demais? (Ver Perseu Abramo, Altamiro Borges e outros)

Alguma vez a Fenaj já denunciou, nestes termos, o fato de seus profissionais serem vítimas da pressão do patrão e serem obrigados a enganar o público cotidianamente, nas grandes empresas de comunicação? Ou Perseu Abramo estava mentindo? Caso positivo, não deixe de me informar... Dedicarei o melhor de minhas energias para divulgá-lo.

Reflita sobre isto...

Permita-me repetir:

"É uma escolha cheia de insídias e de perigos que deveria ser feita com consciência, com critério e depois de amadurecida reflexão."

Mais detalhes em:
A sociedade quer informação com ética e qualidade? http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=529DAC001
Diploma impede o empresário de dominar sobre a consciência do jornalista: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=504DAC007
Liberdade de imprensa para quem?: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=491FDS008





(*) Heitor Reis é um subversivo, indivíduo perigoso do ponto de vista dos milicos, de Gilmar Mendes e de qualquer um que esteja satisfeito com o atual sistema político, econômico e social. Engenheiro civil, militante do movimento pela democratização da comunicação e em defesa dos Direitos Humanos, membro do Conselho Consultor da CMQV - Câmara Multidisciplinar de Qualidade de Vida (www.cmqv.org) e articulista. Artigos no Observatório da Imprensa: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/lista_autor.asp?cod=532JDB002&a_ano=2009&a_mes=10
Nenhum direito autoral reservado: Esquerdos autorais ("Copyleft"). Contatos: (31) 9208 2261- heitorreis@gmail.com

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O teatro do Oprimido



1971, Boal é exilado e percorre América Latina até chegar à Europa e se instalar na França e fundar o CTO-Paris. Especialmente convidado pelo então Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro Darcy Ribeiro, Augusto Boal retorna em 1986 à sua cidade natal como quem chegou para ficar.

A proposta de Darcy Ribeiro era implantar a Fábrica de Teatro Popular, um projeto de Boal apoiado pelo governo do estado. 35 animadores culturais formaram a primeira turma e foram capacitados por Boal com apoio de Cecília Thumin e Rosa Luiza Marques. A partir deste grupo, fundou-se o Centro de Teatro do Oprimido com a direção artística de Boal com objetivo de conhecer, aprofundar, pesquisar e difundir o Teatro do Oprimido no Brasil. As primeiras parcerias foram sindicatos dos bancários e dos professores, prefeituras de Ipatinga e Belo Horizonte e cada vez mais novos parceiros iam possibilitando o fortalecimento deste movimento.

Em 1992, Boal se candidata a vereador da cidade do Rio de Janeiro com intuito de ampliar as possibilidades desta metodologia do Teatro do Oprimido aliada ao alcance das comunidades cariocas para instalar uma nova pesquisa em um novo projeto: o Teatro Legislativo.

De 1993 a 1996, foram 60 grupos criados ou mobilizados que formaram cenas a partir de suas realidades e apresentaram espetáculos de Teatro-Fórum em todos os cantos e encantos da cidade maravilhosa – do Arpoador à Rocinha, do Centro à zona oeste, de Madureira até Pavuna. Neste período, gerados pela discussão aquecida pelo Teatro do Oprimido com os grupos tramitam e são produzidas 13 propostas de lei.

No final de 1996, o Centro de Teatro do Oprimido torna-se uma organização não-governamental e – agora como pessoa jurídica – tem espaços para projetos às fundações internacionais e nacionais, prefeituras e governos. Diversos grupos são criados e mantidos por anos quando a pesquisa sobre as possibilidades do Teatro do Oprimido são aprofundadas e novas leis são criadas.

Em 2004, com apoio do governo federal há mais implementos para Teatro do Oprimido nos Ministérios das áreas de Saúde Mental, Educação e Cultura. Os Centros de Atenção Psicosociais no Rio, São Paulo e Sergipe, escolas públicas na Baixada Fluminense e os pontos de cultura em todo o Brasil foram alcançados e estes temas foram abordados com músicas e peças teatrais para debater com públicos que jamais teriam acesso a estas questões não fosse o Teatro do Oprimido.

Em 2009, o avanço – o salto qualitativo, como dizia Boal – se dá através da Estética do Oprimido onde palavra, som e imagem são descobertas através do poder libertador que a Arte dá a cada um destes pontos. A pesquisa e a multiplicação continuam, a Conferência Internacional do Teatro do Oprimido (julho de 2009), comprova cada vez mais que este é o método teatral mais utilizado em todos os cinco continentes. Ao longo de 23 anos de história, o Centro de Teatro do Oprimido tornou-se a única instituição com o aval e a direção artística direta de Augusto Boal para o desenvolvimento e difusão desta metodologia: laboratórios e seminários, oficinas abertas, intercâmbios nacionais e internacionais e eventos possibilitam que o Centro de Teatro do Oprimido continue em fase de construção, pesquisa e multiplicação no Brasil e no exterior.

Bárbara Santos, Claudete Felix, Cláudia Simone, Flávio Sanctum, Geo Britto, Helen Sarapeck, Olivar Bendelak e mais Alessandro Conceição e Monique Rodrigues compõem esta equipe que abre espaço para novos projetos e novas pesquisas no Centro de Teatro do Oprimido, Avenida Mem de Sá 31, Lapa, Rio de Janeiro, Brasil.

Qual mundo deixaremos de herança?

segunda-feira, 19 de outubro de 2009






Professor (de EF) Nota Dez. Fundação Victor Civita

Vamos conhecer os professores nota 10 de Educação Física.

Ademir Testa Junior
Educação Física Bocaina, SP

Por Bianca Bibiano(bianca.bibiano@abril.com.br)

Acreditar no potencial dos alunos foi um dos aspectos que ajudou o professor Ademir Testa Junior a planejar aulas para as turmas do Ensino Fundamental II na EE Capitão Henrique Montenegro, única escola estadual da cidade de Bocaina, a 248 quilômetros de São Paulo. Ali, um problema – nada raro, por sinal – perdurava há anos: as aulas de Educação Física se resumiam à prática de futebol ou vôlei, e muitos alunos preferiam ficar de canto.
Assista ao vídeo
Disposto a mudar essa realidade, Ademir propôs situações para que os estudantes se vissem como protagonistas, adquirissem novos conhecimentos e se sentissem motivados a participar das atividades. Esse foi o eixo do projeto Movimento, Saúde e Qualidade de Vida (conheça os dez encaminhamentos didáticos que fazem todo projeto dar certo).clique aqui
Ao saber das ideias de Ademir, a turma se surpreendeu. Pela primeira vez, aulas aconteceriam na sala, espaço ideal para debates sobre conteúdos do projeto como alimentação saudável, alongamento e uso de anabolizantes. Divididos em grupos, os alunos aprenderam a pesquisar sobre Educação Física na internet e na biblioteca da escola. “Nesse momento eu auxiliei bastante, porque percebi que era a primeira vez que eles pesquisavam para essa disciplina. Foi preciso buscar fontes seguras e recorrer aos livros de Biologia para entender certos temas”, conta Ademir.
O resultado foi excelente. Os grupos apresentaram seminários – ilustrados por arquivos de Power Point – para aprofundar temas específicos como a relação dos exercícios físicos com a qualidade de vida. “A cada momento surgia uma dúvida nova, que direcionava outras investigações. Eles perceberam que o resultado foi muito bom e não pararam por aí”, comenta Ademir. Enquanto os grupos pesquisavam, ele planejava as aulas práticas. “Era o momento para vivenciar o que tinham estudado, porque cada aula tinha relação com um conteúdo de um seminário. O importante era que eles entendessem o objetivo da aula, sem pensar que Educação Física é aula livre”.
No final do projeto, o conhecimento adquirido foi oferecido à comunidade em um espaço montado numa praça perto da escola. Ali, era possível tirar medidas, pesar-se, calcular o índice de massa corpórea e definir as condições de alongamento. “Foi ótimo! Eles puderam dar dicas sobre o que tinham aprendido. Depois, tive que dedicar algumas aulas para conversar sobre essa ação, pois todos tinham uma história para contar”.
Passado um ano de projeto, alguns alunos montaram um grupo de pesquisa, que se reúne no contraturno e se dedica a aprofundar os conhecimentos em Educação Física. “Eles apresentaram trabalhos até para universitários”, orgulha-se Ademir.
Com 25 anos de idade, Ademir faz parte dos 53% de inscritos no Prêmio com formação em pós-graduação. O projeto vencedor também é tema de sua tese de mestrado, realizada na Universidad El Salvador, de Buenos Aires, Argentina.
Visite: Educação Física e Esporte -
Centro Esportivo Virtual

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

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